Desde há uns tempos a esta parte que somos diariamente flagelados com as medidas políticas e económicas mais surpreendentes, postas em marcha pelo Presidente Trump. São tarifas internacionais decretadas para bens transacionados de e para todo o mundo, são os cortes dos apoios americanos aos países e povos mais pobres do planeta, são os cortes financeiros brutais impostos à maiores e prestigiadas universidades americanas, são as proibições legais impostas aos maiores escritórios de advogados que alguma vez tenham pleiteado contra o governo americano, são, enfim, as maiores ameaças feitas praticamente a todos os países do mundo. O “Rei” impõe a sua lei e os outros países, surpreendidos com esta avalanche de autocracite miserável, tentam encontrar antídotos que os protejam dos desvarios de um louco reconhecido. Um caso de “pré-demência egocêntrica”, como alguns cientistas, por todo o mundo, já diagnosticaram.
Os americanos votaram Trump, mas Trump não serve. Ninguém sabe se os americanos chegarão a essa conclusão com a brevidade desejada nem se as instituições mais poderosas não se verão coarctadas de poderes e sujeitas a aceitar o legalmente inaceitável. Enfim, um caso grave que preocupa o mundo.
É neste contexto que Trump se propõe transformar o Canadá no 51º estado americano, coisa que o Presidente canadiano lhe foi dizer à Casa Branca, com toda a delicadeza , que “o Canadá não está à venda”. O mesmo se passou com a Gronelândia, território administrado pela Dinamarca e que este país também explicou as dependências legais que a ligam àquele território. E ainda não se poderá esquecer a reação veemente da Presidente Mexicana, Claudia Sheinbaun Pardo, mais conhecida como “A Presidenta”, no que respeita à deportação de mexicanos vivendo na América, há muito a anos e completamente legalizados nas suas atividades pessoais e profissionais. Por isso, Trump gostaria de ter mudado o mapa-mundi para substituir o nome de Golfo do México para Golfo da América.
Este desvario vem acompanhado de “acidentes” de percurso que o tornam ainda mais palpitante. Trump deixou e impulsionou a publicação nas redes sociais de uma sua imagem como candidato a futuro papa, achando-se, possivelmente, habilitado a ocupar o agora “lugar vacante”. Mestre de obras com pretensões a “iluminações” divinas!

Mas no meio destes devaneios aparecem sugestões fantásticas como, por exemplo, reabrir e renovar a prisão de Alcatraz, situado numa ilha ao largo de S. Francisco e que foi albergue dos maiores bandidos da história americana. Alcatraz está fechada desde 1963 e é, atualmente, um ponto turístico de grande relevância.

Alcatraz abrigou os maiores bandidos da história americana, como por exemplo, o famoso Al Capone.

A reabertura de Alcatraz insere-se na ideia de Trump de mandar para lá os malandros que, em sua opinião, mais o incomodem, em vez de estar a pagar verbas astronómicas a outros países (como Salvador) para que recebam os seus desterrados.
Como as voltas da vida são, a maior parte das vezes, imprevisíveis, ninguém no futuro ficaria muito condoído se os últimos dias de Trump fossem passados em Alcatraz…
Trump foi a pior coisa que aconteceu aos EUA e ao Mundo!
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