500 – TEMPO DE BALANÇO

Sim, meus Amigos! O nosso blogue "Velhos São Os Trapos" está de parabéns. Atingimos hoje o nosso "post" número 500!  Faz-me lembrar algum velho navegador português, nos antigos tempos em que os portugueses navegavam e descobriam coisas novas, às vezes por acaso, como hoje acontece no nosso blogue. Chegar aos 500 não terá sido por … Continuar a ler 500 – TEMPO DE BALANÇO

A SOLUÇÃO DO PROBLEMA DA TAP

A TAP era até 2015 uma companhia de aviação, mas a partir daquele ano passou a ser sobretudo um campo de batalha ideológico. Na tradução que tenho em meu poder do Memorandum de Entendimento assinado pelo PS, PSD , CDS e representantes da Comissão Europeia, no capítulo das privatizações, está escrito que ( o Governo … Continuar a ler A SOLUÇÃO DO PROBLEMA DA TAP

Conversas Imaginárias – 4

Duarte José Pacheco foi engenheiro eletrotécnico pelo IST e estadista, no antigo regime do Estado Novo.  Nasceu em Loulé, em 1900, e faleceu num  desastre de automóvel em 1943, na zona de Vendas Novas, no regresso de uma viagem de trabalho a Vila Viçosa, onde tinha ido acompanhar a construção da estátua de D. João … Continuar a ler Conversas Imaginárias – 4

BICICLETAS E TROTINETAS

Aprendi a andar de bicicleta em miúdo, não me lembro bem da idade, na Figueira da Foz, onde ia passar algumas férias com os meus pais. Lembro-me bem do meu pai a correr atrás de mim, mão agarrada ao selim, para evitar as inevitáveis quedas de principiante. Não havia ainda as famosas bicicletas com rodinhas … Continuar a ler BICICLETAS E TROTINETAS

Cartas da Minha Aldeia

Hoje, acordei com a ideia de que é Sábado, quando ainda vamos a meio de uma Terça-Feira calma, com o céu limpo de aviões, avolumando o silêncio a que já não estávamos habituados. E assim, atrapalhadamente, vou confundindo os dias, quase sempre iguais, tentando alterar as consequências de um confinamento, que parece começar a mostrar … Continuar a ler Cartas da Minha Aldeia

PORQUE SERÁ?

Porque será? Porque será que  hesito em escrever? Tenho temas pendentes mas parei. Pensei em poesia mas hesitei Vou desistir, não vou escrever. Mas dou por mim a escrever, sem querer, Porque será? Em vez de prosa sai um poema. Gente que sofre, que se olha, Amigos que ficam, amigos que partem, Se interrogam, se … Continuar a ler PORQUE SERÁ?