Nos últimos tempos a dificuldade em arrendar uma casa é cada vez maior. A escassez de construção, muitas vezes por falta de mão de obra qualificada ou aumento exagerado dos materiais, acaba por não responder à procura de quem precisa de encontrar casa para viver e arrendar as que existam por valores acessíveis.
Passa-se isso por cá e, praticamente, em todos os países próximos do nosso. Com a prática de rendas altas os necessitados recorrem a financiamentos bancários cujos juros também não são fáceis de suportar.
Para ultrapassar esta dificuldade em Inglaterra muitos locatários têm recorrido com êxito à prática do “beijo/renda”. É fácil. Em vez da renda mensal as arrendatárias propõem uns quantos beijos ao proprietário. A coisa parece ter resultado em algumas zonas e não deixa de ser uma sugestão aliciadora.

É claro que esta solução envolve algumas dificuldades. Se a arrendatária é “apetitosa” e tem idade para esta solução, a coisa vai-se resolvendo mesmo que o proprietário não tenha idade muito avançada. Mas quando a arrendatária começa a ter uma certa idade terá que ser substituída por uma mais jovem que viva com ela, uma filha, por exemplo.
Mas essa substituição pode não ser fácil e não estar muito disponível. Se a coisa se vier a passar entre nós não me admirarei de ver na janela, para pagar a renda, uma daquelas jovens que, além do beijo, costumam ser muito mais fogosas nas suas contrapartidas.
Por mim não passarei por essa experiência mas acredito que cá e lá a renda se possa vir a pagar com mais intimidade, no aconchego da casa. Estas soluções são já de mentes libidinosas mas por tudo o que vamos ouvindo nos noticiários não nos admirará a consumação de novos métodos de regularização das rendas. Mas como é que o senhorio vai declarar isso à Finanças?