Donald Trump é bem conhecido em todo o mundo pelas afirmações que produz, tanto no seu primeiro mandato como neste segundo em curso. Parece que os americanos o apreciam, senão não tinham votado nele. Mas os americanos são, na sua maioria, incultos politicamente, com exceção das populações dos litorais leste e oeste. Por isso o MAGA (Make America Great Again) lhes soa bem e convenceram-se que tinham eleito o presidente mais hábil do mundo.
Nos tempos que correm as atividades mundiais de Trump são inúmeras, garantindo a paragem de guerras em zonas difíceis do mundo, sem nelas envolver diretamente as suas tropas. O que não quer dizer que não vá alimentando, com o seu poderoso armamento, as guerras que diz querer acabar. É natural para quem desenvolve uma campanha feroz para que lhe seja atribuído o Prémio Nobel da Paz. As sua viagens oficiais a outros países acumulam-se, na ânsia da publicidade de que tanto necessita.

Mas ao ver estas fotos recordo sempre a Lady Di (Diana, primeira mulher de Carlos e Rainha do “Povo”, como a apelidaram) e as tendências de Trump para escolher as suas mulheres. A primeira foi Ivana Marie Zelnickova, nascida na então Checoslováquia, em 1949 e falecida em 2022. Foi uma esquiadora talentosa , modelo e mulher de negócios. Foi ela que conduziu a gestão de hotéis e projetos imobiliários (incluindo a Trump Tower e o Plaza Hotel). Divorciaram-se em 1992 e ficou sendo uma importante figura mediática na área dos negócios. Faleceu com 73 anos, vítima de um acidente doméstico.
Mas Trump não desistiu e voltou a casar, agora com uma jugoslava (atualmente eslovena). Melania Knavs nasceu em 1970 e começou por trabalhar como modelo profissional em Itália e França, antes de se mudar para Nova Iorque em 1996. Conheceu Trump em 1998 e casaram em 2005. Têm um filho, Barron Trump, nascido em 2006. Apesar do seu perfil discreto tem sempre uma presença marcante em eventos oficiais e viagens diplomáticas.
Regressando a Lady Di ou Diana , Princesa de Gales, de seu nome completo Diana Frances Spencer, pertencia a uma família aristocrática e casou com o então príncipe Carlos (hoje rei Carlos III) em 1981. Tiveram dois filhos. William, em 1982 e Harry, em 1984. Diana morreu tragicamente num acidente de automóvel em Paris enquanto era perseguida por fotógrafos. No entanto, já desde 1970, o principe Carlos mantinha relações amorosas com uma mulher casada , Camilla Parker Bowles, nascida em 1947. O Sr. Parker Bowles afastou-se e Camilla casou com Carlos em 2005. Com a coroação de Carlos III, em 6 de maio de 2023, Camilla passou a ser rainha (parece que contra o gosto de muitos britânicos).
Parece que as coisa só se normalizarão quando o Príncipe William (filho mais velho de Carlos e Diana) subir ao trono. É casado, desde 2011, com Kate Middleton (Princesa de Gales), que tem conseguido ganhar as simpatias dos britânicos.
Não me adianto mais. É com a magistral receção desta familia real que Trump tenta recuperar uma imagem de seriedade perante um mundo que, apesar de tudo, não o iliba dos dislates que ele tem vindo a provocar por todo o mundo, Europa incluída.
Esta pompa e circunstância de Trump não faz esquecer Gaza que ele já prometeu transformar numa Riviera do Médio Oriente. Mas o seu amigo de Israel vai-lhe dando poucos ouvidos e a desgraça continua.
Parece ir haver agora uma trégua nos combates. Esperemos.
Perante a paisagem catastrófica que o mundo apresenta, dedicarmos alguns minutos sobre as trivialidades de alguns polémicos protagonistas, incluindo os pequenos podres das sociedades, parece-me ser o antídoto ideal, contra os transtornos psicóticos, a que diáriamente somos submetidos … ! Mais agora, que estamos perante uma renhida disputa de lugares autárquicos, cujas dicotomias, tão divulgadas na C.S., se afastam dos verdadeiros interesses das populações !
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