De uma forma geral todos nós sonhamos. À vezes de forma mais arrepiante ou perturbadora (é o caso dos pesadelos) mas, na maior parte dos casos sonhamos com temas que não reconhecemos e de que não nos lembramos depois de acordados. Muitas vezes os sonhos são suscitados por preocupações de trabalhos diários que não fomos capazes de concluir e que, durante os sonhos nos lembramos da solução correta. Aconteceu-me isso diversas vezes. Agora já não porque, se não me lembrar de um nome ou de uma solução, a internet ajuda e resolve-nos tudo.
Mas o sonho tem sido estudado profundamente por grandes cientistas da área da psicanálise ou da psicologia. O estado onírico (como é também designado o sonho) tem sido interpretado como estados de neurose ou depressões. Quem se dedicou muito a esses estudos foi Sigmund Freud, um psicólogo austríaco , nascido em 1856 e falecido em Londres em 1939.

Confesso que os sonhos (que às vezes me assaltam durante a noite) não me incomodam especialmente até porque, quase sempre não os sei explicar.
Há quem sonhe com pessoas conhecidas ou pais já falecidos, o que se torna mais perturbador. Na adolescência são frequentes os sonhos com divas dos cinema ou amigas com que se tem maior aproximação.
Os profundos estudos oníricos perderam muito da sua força nos tempos que correm. Os psicólogos são, atualmente , as fontes mais procuradas para quem tem distúrbios mentais refletidos, ou não, em sonhos mais ou menos perturbadores. Em muitos casos trata-se de doenças a que é preciso dar ajuda.
Hoje deu-me para isto porque há umas noites atrás tive um sonho estúpido que tentei mas não consegui explicar. Ainda bem que não falei com nenhum Freud…