Sem querer pontificar sobre justiça, religião ou costumes, acho que ninguém deixou de reparar no acórdão assinado por venerandos desembargadores do Tribunal da Relação do Porto sobre a brutalidade exercida sobre uma mulher pelos seus ex-marido e ex-amante (em conjunto), com uma moca de pregos de cujos ferimentos se libertou depois de prolongado internamento hospitalar. … Continuar a ler O ACÓRDÃO E O EÇA