Os hábitos alimentares relacionados com a prática desportiva de lazer podem melhorar em muito a nossa saúde . Por esse mundo fora comem-se coisas fantásticas, saborosíssimas, mas nem todas elas contribuem muito para o bom funcionamento do nosso organismo e de alguns órgãos em particular.
Na zona mundial em que vivemos fomos, desde há muito, habituados a comer o que a natureza nos proporciona com mais facilidade e abundância. A nossa vizinhança atlântica teve um largo contributo para os nossos estilos alimentares, principalmente no pescado, frutos, cereais, vegetais e gado, com as suas variantes de invenções culinárias.
No entanto, a nossa proximidade com o Mediterrâneo e a já longa tradição de relacionamento com os povos que o rodeiam, deixaram-nos vestígios ou heranças que têm sido aprimorados ao longo dos séculos. Criou-se, dessa forma a Dieta Mediterrânica. Está dieta alimentar tem sido promovida pelo mundo e é hoje um património alimentar altamente elogiado e recomendado.

Como podemos ver neste gráfico, destinado a população adulta, recomenda-se diversas coisas interessantes:
– Frugalidade nos doces (esta eu não cumpro)
– Batatas, carnes e peixes com frequência semanal
– Diariamente recomenda laticínios (magros), azeitonas, nozes e sementes, além de alho e cebola
– A cada refeição principal muitos hortícolas, azeite, massas, arroz e outros cereais.
– Dizem para irmos bebendo vinho com moderação e de acordo com crenças sociais. Sempre nos ensinaram que o tinto é um belo anti-oxidante e já Eça de Queirós quando lhe perguntavam que vinho queria, branco ou tinto, ele sempre respondia. “Se não tiver vinho pode trazer branco!”
– Não esquecer sempre muita água e infusões diversas
– Finalmente recomenda atividade física regular, descanso adequado e convivência social.
Fazendo uma análise um pouco mais detalhada, acabo por concluir que os meus hábitos alimentares não se afastam muito do preconizado pela célebre pirâmide. Tenho algumas falhas mas isso faz parte da vida. A longevidade humana tem aumentado significativamente mas desconfio que não será só por causa desta dieta. Há muitos outros fatores que contribuem para esse facto. Talvez o veganismo, agora muito em moda, também possa dar um jeitinho mas os avanços médicos não são alheios a esse facto. O problema é a Segurança Social que qualquer dia se queixa de não ter dinheiro para as pensões da “peste grisalha”. Mas enfim, mais vale ir vivendo com aquela dieta do que com muitas outras coisas que nos vão dando cabo do fígado e de outros órgãos importantes.
Dêem à Pirâmide a importância que ela merece. É um bocado como as “perguntas calistas” para que nos preparávamos quando estudávamos para os exames: nunca saíam essas e as que saíam tiravam-nos anos de vida.
Isto é má língua. Aproveitem a Pirâmide.
Em geral pratico a Dieta Mediterrânica, alternando diariamente peixe com carne. Enão há nada melhor que o belo bife de vaca com batatas fritar ( que alguns parece quererem erradicar, o que espero não aconteça no meu tempo)
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