SONHO DE VERÃO

Acordou, de repente, em sobressalto, deitado na cevadeira, ouvindo com clareza o resfolegar da água. Olhou para baixo e assustou-se com a visão da carranca, hirta, sisuda, talvez ameaçadora. Mas também bela nas suas pinturas frescas, recentes e tradicionais. Já mais acordado deixou-se resvalar pela cevadeira, agarrando-se, com cuidado, aos cabos de proteção do gurupés. … Continuar a ler SONHO DE VERÃO