Descobri os que faltavam

Neste percurso de verão à procura do que têm feito os nossos amigos que, nos tempos iniciais do Covid, nos deram o prazer de connosco conversar e gravar essas conversas (podem ser todas vistas no You Tube) no âmbito do nosso blogue, descobri os 4 que faltavam e, desta forma, alimentar este agradável “suspense” estival, dando umas pequenas férias à criação de novos textos que, posso dizer-vos, já estão muitos deles programados.

Lembram-se da nossa professora-doutora Luisa Corvo que andava, à data, às voltas com o acompanhamento de um grupo de estudantes em fase de doutoramento?

Pois bem, esses estudantes de doutoramento, em parceria com a farmacêutica Hovione, acabaram com sucesso os seus doutoramentos. Mais um grupo que virá contribuir para a tal mais-valia de que o país tanto carece e de que se fala com tanta frequência. Parabéns à nossa Amiga.

Tenho falado também com o Arquiteto Paulo Azevedo que continua, como seria de esperar, a desenvolver projetos de excelente qualidade, como é timbre da sua empresa de excelentes origens familiares. Mas, pecado meu, por muito que ele vá mencionando as suas novas aventuras profissionais não consigo esquecer o belíssimo projeto que realizou para o Museu Olímpico em Lisboa, anexo à atual sede do COP. Projeto realizado entre 2004 e 2010, ano em que foi apresentado para licenciamento municipal

Obra ainda não executada mas cujo projeto, oportunamente apresentado em público, mereceu as melhores referências gerais. Incluindo a do Comité Olímpico Internacional a quem foi dado conhecimento daquela intenção. Talvez um dia a cidade possa beneficiar deste importantíssimo investimento cultural.

O nosso caríssimo engenheiro sivilcultor João Bugalho, amante das artes (nesta fase da vida mais das artes do que da sivicultura) continua envolvido nas suas paixões musicais e, sobretudo, no seu passatempo de vida: a pintura. Aqui vos deixo uma das suas imagens do Alentejo que o viu nascer e de cujas raízes nunca se libertará.

As suas exposições sucedem-se e numa delas, creio, haveremos todos de nos encontrar.

Procurei a nossa médica de blogue, Inês Mendes, e encontrei-a, como seria de esperar, no meio dos turnos hospitalares, das urgências, das seringas e das agulhas, das máquinas que controlam as saúdes e ajudam os aflitos. Sempre foi uma mulher de causas, de emigrações voluntárias para as zonas mais carentes deste mundo. Continua a repartir a sua vida clínica entre o Hospital de Lisboa onde trabalha e o seu consultório nos Açores, na Horta, onde se desloca todos os meses, durante uns dias. Se precisarmos de alguma urgência, estamos servidos…

Deixei propositadamente para o fim o nosso convidaddo e amigo Vicente Moura sobre quem não vou, hoje, dizer nada de especial. Soube que já terminou o livro da sua vida, não da sua vida mas do Desporto em Portugal, trabalho que o ocupou mais dos dois últimos anos. Sei que vai fazer o lançamento dessa obra a curto prazo e julgo, espero não me enganar, que muitos de nós seremos convidados para esse notável evento. Depois disso escreverei mais desenvolvidamente sobre o assunto.

Muito obrigado e até ao próximo blogue.

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