Dia Mundial da Língua Materna

Foi ontem,  dia 21 de Fevereiro,  o Dia Mundial da Língua Materna. Pensei ou desejei escrever sobre esse dia. Mas não escrevi. Amadureci. O tema, o poema ou a forma. E apesar de, em todo o mundo, os mais ilustres escreverem sobre as suas línguas maternas, não desisti e pus-me a recordar como e se … Continuar a ler Dia Mundial da Língua Materna

JOGOS SUBSTANTIVOS

  Os nossos dias são preenchidos Com alcateias, cáfilas e cardumes, Arquipélagos e girândolas, Com corjas e com matilhas. Felizmente temos as ninhadas E os cancioneiros... E as girândolas, muitas girândolas. Mas se nos distraimos Chocamos de novo com as varas, As cambadas e as quadrilhas. Mas salva-nos a constelação. E da multidão sai a … Continuar a ler JOGOS SUBSTANTIVOS

FOLHA BRANCA

Folha branca, folha branca De que  vou falar agora? Do temporal, da solidão Ou do esplendor radioso Da razão? Em que penso? Não sei... Estou cercado de razões De tormentas, de paixões, De crenças e de certezas De verdades e mentiras De bondade e de maldade. De gente a gritar De gente a cantar De … Continuar a ler FOLHA BRANCA

O TEMPO

Vi ontem na televisão, no programa "Prós e Contras" (o que acontece de forma não muito regular), um debate sobre o tema do TEMPO. Estavam presentes na discussão convidados com diversas origens sociais e profissionais: um escritor, um psicólogo, uma cantora, uma artista de teatro, um bispo católico e um filósofo. Além de outros que … Continuar a ler O TEMPO