MEUS AMIGOS, MEUS AMIGOS

(A chegar ao fim do ano lembrei-me de escrever este poema)

 

Meus Amigos, meus Amigos

Nestas horas de mudança,

(de aparência de mudança)

Só não quero que me faltem

Os Amigos e a Esperança.

Com eles poder contar

Amigos  velhos e jovens

Mas Amigos que me lembrem

Dos dislates que fizemos

Das bondades que vivemos.

De tudo o que nos rodeia,

De todas as cores do mundo

Que nos dão a união,

Da lembrança já vivida

Que ilumine a saudade

E a meio da solidão

Que tenhamos a Amizade.

Meus Amigos, meus Amigos

Que os tempos possam mudar

Mas os Amigos, esses não,

Esses não podem faltar.

 

3 pensamentos sobre “MEUS AMIGOS, MEUS AMIGOS

  1. Uma belíssima ode, digna de ser cantada nas salas palacianas dos nossos antigos réis. Afinal, sempre é verdade, que de rimar, sempre fomos muito bons, em tais artes…!
    Como diria, modestamente, Pablo Neruda : — Lograr hacer un poema / es como salir del planeta tierra / Casi imposible ! / La humanidad ha visto / salir algunos y no volver. / Pero allá están flotando / en las estrellas. /// Escapar a la gravidad y sonar despierto / en silencio / nombrará tu destino por siempre.

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